Encontro debate a portaria remota e mostra que segurança e economia são os pontos altos desta discussão.

Quem já usa aprova e ainda recomenda. Essa foi a conclusão do encontro Habita Talks sobre a portaria remota, também chamada de portaria virtual. O debate sobre esse investimento em tecnologia, contou com a presença do especialista Mauro Mandeltraub e 50 síndicos convidados durante dois dias de evento na sede na Habitacional. O encontro foi realizado no início de novembro.

Um dos pontos altos da ocasião foi justamente a constatação de que esse tipo de atendimento remoto é capaz de gerar não só mais economia, mas também mais segurança, desde que estipulados os protocolos corretos entre o condomínio e a empresa.

O serviço, que ao que tudo indica chegou para ficar, precisa prezar pela qualidade e ter parâmetros muito bem definidos. A migração para o sistema, no entanto, tem trazido ótimos resultados. Veja o porquê a seguir:

Portaria remota: um futuro que já chegou

O uso da tecnologia na rotina diária toma cada vez mais espaço, e nos condomínios não poderia ser diferente. A portaria remota nada mais é do que um sistema de monitoramento e atendimento de visitantes através de uma central externa.

Só que os visitantes nem percebem que não há uma presença física na guarita, o que torna o processo ainda mais interessante. Já os moradores garantem seu acesso ao prédio através de leitura biométrica, tags e/ou apps tanto na área de pedestres quanto na garagem.

Com isso, não só há uma economia significativa nas despesas do condomínio, como o nível de segurança também é incrementado. Mesmo com a taxa paga à empresa responsável pela portaria remota, a redução de custos pode chegar a 50% sem os gastos com um ou mais porteiros.

Por outro lado, a vigilância acontece 24 horas por dia por meio de câmeras IPs, internet e/ou telefonia com redundância para perda de conexão, controle remoto de portões e até botão do pânico.

Migração para o sistema deve ser criteriosa

No entanto, para aproveitar todas as vantagens da portaria remota é preciso que a migração seja feita de forma criteriosa. Não foi à toa, esse foi um dos pontos mais destacados pelo especialista no encontro Habita Talks.

Segundo Mauro Mandeltraub, a escolha da empresa precisa ser muito bem feita, levando em conta vários questionamentos. Em primeiro lugar, a sua atuação efetiva na região do condomínio, já que ela deverá intervir em caso de necessidade. Por isso a sua capacidade de resposta deve ser muito bem avaliada.

Outro ponto importante diz respeito justamente aos protocolos. Como será feito o cadastramento dos moradores? Haverá treinamento ou adaptações físicas para a portaria remota? Quais as garantias oferecidas? A fase de pré-implantação, por exemplo, precisa ser bem estudada.

Por outro lado, é preciso definir protocolos também para a instalação em si. O que acontece se um morador perder o tag de madrugada? Há tempo de espera médio de um visitante, qual o sistema mais indicado, a legislação vigente está sendo respeitada?

Sistema de incêndio merece atenção especial

É preciso pensar também nas mudanças que a portaria remota implicará, como a dispensa de funcionários orgânicos da portaria.

Além do investimento na tecnologia, há ainda as indenizações, a contratação de geradores ou nobreaks e até itens básicos de segurança, como cerca elétrica, passa volumes, etc.

Por outro lado, há exigências específicas do Corpo de Bombeiros para edifícios com portaria remota, como instalação de botoeiras de alarme de incêndio em locais específicos.

Também é importante lembrar que a portaria remota só deve ser instalada em condomínios e edifícios com até 60 unidades. Acima disso deve ser feito um estudo de impacto sobre a economia x investimento x segurança.

Virtualização dos serviços é um caminho sem volta

Em todas as áreas, a virtualização dos serviços parece ser mesmo um caminho sem volta. No entanto, a economia gerada com a redução dos gastos com encargos trabalhistas, mesmo que em médio prazo, precisa ser justificada pelo aumento da segurança.

Por isso, para agregar valor real ao condomínio, a portaria remota precisa ser  bem estudada, levando em conta todos aspectos físicos, financeiros e práticos.

Dessa forma, conhecer de perto a empresa fornecedora é essencial. Por esse motivo, visite empresas do ramo, conheça clientes, converse com síndicos e moradores que já adotam o sistema. Anote ideias, analise fatos e coloque na ponta do lápis. Assim, a portaria remota poderá trazer benefícios reais para todos os condôminos.

Quer saber mais sobre o assunto? Aproveite e descubra o que mais muda com a portaria eletrônica no condomínio e descubra como aproveitar mais a portaria remota! E não perca tempo! Baixe agora mesmo o nosso ebook gratuito com todas as informações que você precisa saber sobre segurança em condomínio!

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